É com perplexidade que acompanhamos a onda de terrorismo na cidade do Rio. O que me deixou profundamente triste foi ver, mais uma vez, que a população de baixa renda é quem levou, ou melhor, está levando a sobra desse mal urbano. Vidas inocentes se perderam e, paralelamente a tudo isso, percebi uma coisa: o caso da adolescente Rosangela Barbosa Alves que perdera a vida dento de casa sentada a frente do computador o qual havia recebido de presente do pai, chamou a minha atenção porque não teve nenhuma repercussão. Claro que não teria pois que a sua família não está configurada no escalão da classe média alta. Fico aqui imaginando quão grande comoção nacional não seria se a bala tivesse perfurado o peito de uma adolescente da classe burguesa... Bom, mas isso deixo para os sociólogos refletirem. A pergunta que aqui deixo é: Até que ponto os recentes fatos ocorridos aqui no Rio podem vir a comprometer os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo de Futebol?

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